Volatilidade elevada
A volatilidade ponderada da carteira está em 34,7% ao ano, acima do esperado para uma carteira defensiva.
Acompanhe o desempenho das carteiras construídas a partir das teses do Radar de Investimentos.
Carteira Renda: yield com sustentabilidade. TOP 10 da tese, peso-alvo de 10% por ativo e rebalanceamento mensal.
A volatilidade ponderada da carteira está em 34,7% ao ano, acima do esperado para uma carteira defensiva.
Respostas objetivas sobre como o backtest é montado, o que ele considera e o que não promete.
É a simulação (backtest) de como teria se comportado, nos últimos 5 anos, uma carteira montada com os 10 ativos mais bem pontuados de cada tese do Radar, rebalanceada todo mês. São carteiras teóricas e educativas — não são recomendação de investimento nem um produto à venda.
No início de cada mês a carteira é remontada com os 10 ativos do topo da tese no Radar, usando os mesmos critérios e filtros. Cada ativo entra com peso-alvo de 10%: quem saiu do TOP 10 é vendido, quem entrou é comprado e os que permanecem voltam ao peso de 10%.
Em parte. O Radar calcula as pontuações sobre os dados de hoje e não guarda histórico de ranking, então os meses anteriores ao primeiro retrato da carteira usam a composição atual congelada. Esses ativos foram escolhidos já sabendo o que deu certo (viés de sobrevivência), então tendem a parecer melhores do que teriam sido na época. A partir do primeiro retrato mensal, a composição passa a ser fotografada mês a mês e as trocas viram reais — quanto mais o tempo passa, mais autêntico o backtest fica.
Sim. Os proventos são creditados pela data-com, líquidos de imposto quando aplicável (15% sobre JCP em ações; FIIs isentos), e reinvestidos no rebalanceamento seguinte. A rentabilidade exibida é o retorno total, que soma a valorização do preço aos proventos.
Considera o imposto de renda sobre os proventos. Não considera corretagem, emolumentos nem imposto sobre o ganho de capital nas vendas — então o resultado de um investidor real seria um pouco menor do que o simulado.
O gráfico e os cards de resumo mostram a rentabilidade da carteira ao lado do IBOV, do CDI e do IFIX na mesma janela de tempo, todos em índice base 100. Eles servem de referência: superar o CDI e o IBOV de forma consistente é o mínimo que se espera de uma estratégia ativa.
A simulação parte de R$ 100.000 nocionais, sem aportes adicionais. Cada um dos 10 ativos tem peso-alvo de 10%. Rebalanceamentos muito pequenos (abaixo de 0,5% do patrimônio) são ignorados para não gerar micro-ordens irrealistas.
Não. São simulações educativas para comparar as teses do Radar, não uma recomendação de compra nem uma carteira administrada. Qualquer decisão de investimento exige análise individual e adequação ao seu perfil e objetivos.
O backtest é recalculado periodicamente. O horário da última atualização aparece no topo da página, ao lado de "Backtest quantitativo".