O que a calculadora faz
A cada mês o aporte entra no início do período e o saldo inteiro rende a taxa mensal equivalente à taxa anual informada. No mês seguinte, os juros do mês anterior também rendem — é daí que vem o efeito composto.
Informe quanto você tem hoje, quanto pretende aportar por mês e por quanto tempo. A calculadora mostra quanto do patrimônio final veio do seu bolso e quanto veio dos juros — que é a única parte que trabalha sozinha.
A cada mês o aporte entra no início do período e o saldo inteiro rende a taxa mensal equivalente à taxa anual informada. No mês seguinte, os juros do mês anterior também rendem — é daí que vem o efeito composto.
Dividir 12% ao ano por 12 dá 1% ao mês, mas 1% ao mês capitalizado por 12 meses resulta em 12,68% ao ano. A conversão correta é a raiz décima segunda: taxa mensal = (1 + taxa anual)^(1/12) − 1. É a que esta ferramenta usa.
O resultado é bruto: não desconta imposto de renda, taxas de corretagem nem inflação. Para comparar produtos de renda fixa já com o IR aplicado, use o simulador de renda fixa.
M = C × (1 + i)^n + PMT × [((1 + i)^n − 1) / i] × (1 + i)
Para renda fixa pós-fixada, a Selic ou o CDI vigentes são a referência natural — e já vêm preenchidos aqui. Para carteiras de ações e fundos imobiliários, projeções entre 8% e 12% ao ano acima da inflação são premissas comuns, mas não há retorno garantido.
Não. O valor final está em reais nominais. Para saber o poder de compra equivalente, desconte a inflação projetada do período.
Sim, mas esta calculadora assume aportes constantes. Se os seus aportes variam muito, simule por blocos de tempo com o valor médio de cada fase.
Importe sua carteira da B3 ou monte do zero. Dividendos projetados, evolução patrimonial, composição setorial e relatórios que transformam dados em decisão — usando a mesma base analítica que você acabou de ver nesta página.